terça-feira, 9 de dezembro de 2008

60 anos da Declaração Universal dos Direitos do Homem











Os dados da agência da ONU para a Agricultura e Alimentação referem que, em 2007, passavam fome 923 milhões de pessoas e que, neste momento, este número aumentou, contando com mais 40 milhões de pessoas, apesar do preço dos alimentos ter vindo a baixar desde o início de 2008.
«Mais 40 milhões de pessoas juntaram-se este ano ao grupo de subalimentados do planeta, principalmente, devido à subida dos preços dos géneros alimentares, de acordo com as estimativas preliminares da FAO», afirmou Jacques Diouf. Os dados da agência da ONU para a Agricultura e Alimentação referem que, em 2007, passavam fome 923 milhões de pessoas e que, neste momento, este número aumentou, contando com mais 40 milhões de pessoas, apesar do preço dos alimentos ter vindo a baixar desde o início de 2008.
«Mais 40 milhões de pessoas juntaram-se este ano ao grupo de subalimentados do planeta, principalmente, devido à subida dos preços dos géneros alimentares, de acordo com as estimativas preliminares da FAO», afirmou Jacques Diouf.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Louvado sejas, ó Magalhães!

querem melhor combate à política de exibicionismo e propaganda descarada...

Magalhães, um computador multifacetado

Não é que a ideia em si seja má. Mas servir de tema para uma música numa acção de formação...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

retrospectiva 2 do mês de Setembro

Hugo Chávez anuncia compra de computadores portugueses. É o Magalhães a internacionalizar-se. Não quererá comprar o sistema educativo de cá também ?!

restrospectiva 1 do mês de Setembro: uma grande entrevista

P. Quando diz que o verbo Ensinar foi banido, está a referir-se ao facto de ele ter sido banido do discurso oficial?
R. Sim, e essencialmente dos programas. Segundo esse discurso, um professor não ensina, deve apenas «respeitar o discurso que os alunos trazem de casa», estar atento aos seus interesses, deixando-se estimular por eles. Esta nova estratégia pedagógica foi apresentada, como incontornável, numa acção promovida pelo Ministério da Educação (ME), em que estive presente (...)
P. Como interpreta isso?
R. Pura e simplesmente como estratégia para obter um êxito rápido e cumprir metas estatísticas. Com efeito, as novas teorias pedagógicas, uma ofensa à nobreza da pedagogia, viciam os alunos no facilitismo, cultivando a preguiça e a ignorância e afastando-os do convívio, consequente, com os textos literários, (no caso do Português), cuja leitura agora se denomina «recreativa»; por outro, querem fazer ver aos professores que a situação se inverteu e agora são os alunos que «ensinam» e definem as regras do jogo. (...)
P. E que compete precisamente ao professor mostrar novos caminhos, outros mundos para além do deles. Ou não será o maior interesse dos alunos justamente aprender? e aprender coisas novas, que não se conhecem se não forem mostradas?
R. (...) A esta desigualdade de oportunidades, que a Escola promove, chama-se cavar o fosso entre ricos e pobres, para mais tarde, como diria Vieira, no seu «Sermão de Santo António aos peixes», os maiores comerem os mais pequenos. Expressiva é também a frase de uma das canções de Schumann: “Aqueles que são ignorantes são fáceis de conduzir». Na verdade, quem não pensa, acaba por baixar os olhos, caminhar em grupo, seguindo os passos de quem o conduz, esquecendo-se de si próprio. E é um crime, fazer com que os alunos se esqueçam de si próprios, se anulem enquanto seres humanos, nunca reflictam sobre o que quer que seja. E depois admiramo-nos com o facto de os jovens não irem votar...
Maria do Carmo Vieira in Notícias Magazine

quarta-feira, 17 de setembro de 2008



O tempo corre sem cessar, corre rumo a um futuro quase sempre incerto, vindo de presente quase sempre pouco duradouro. É esta a roda-viva do tempo que nos envolve, entranhando-se profundamente na nossa derme. Nem mesmo a vontade férrea pode parar o tempo.

Mas desenganem-se aqueles que pensam que o tempo se inscreve apenas na derme. Este fixa-se ainda na história e na memória. Tanto mais é valioso o tempo, quanto o valor dos acontecimentos que nele decorrem. O tempo é, em primeiro lugar, o tempo que se alimenta incessantemente de si próprio, perpetuando-se a si mesmo, e em segundo lugar, é o tempo da relação do eu com os outros no mundo.

Não se vence o tempo, dá-se tempo ao tempo, e ele a seu tempo haverá de dizer de sua justiça.